sábado, 20 de novembro de 2010

Simplicidade



Quando a folha seca cai no chão

A água que corre sem direção

Quando si ama só por amar

É tão simples


Quando eu acordo todas as manhãs

E te vejo dormir,

Meus lábios querem juntar-se aos seus

Sentir tua boca suja,

Ouvi seu bom dia

Tocar teus cabelos bagunçados e rir de tudo

Sabendo que valeu apena minhas loucas escolhas

E não me arrependo de nada, mas me orgulho do tudo


A água que cai no chão pela chuva

O andar de bicicleta

O sol que nasce todas as manhãs

O abrir de olhos a cada despertar de alma

O canto dos pássaros

A arte.


A gota de chuva que caiu em minha face

Nós dois andando de bicicleta

O por do sol que vimos juntos naquele parque

Teus olhos quando fizemos amor

O acordar com a luz em nossos olhos

A arte da união de nossos lábios

E a beleza do luar

A simplicidade do sol

Que se retira para que a lua possa brilhar


A um homem resta-se a simplicidade de viver

Olhar o sol que nasce e agradecer

O novo dia, a nova alegria

A mais nova faixa diferente do filme

A vida


É tão complexo que simplificamos

Para vermos como somos e mesmo assim não entendemos

A simplicidade que é mais complexa do que a próprio complexo

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